Da cana ao milho, do E2G ao biometano, a indústria brasileira amplia rotas produtivas, transforma resíduos em energia e se prepara para ocupar novos espaços na transição para uma economia de baixo carbono
Nanofibras biodegradáveis desenvolvidas na USP liberam compostos bioativos de forma gradual, fortalecem o início das lavouras de soja e reduzem o desperdício de insumos
Fazendas e empresas ampliam as fronteiras do campo, que agora também produz dados, energia, insumos, serviços ambientais e novos modelos de negócio
Recém-lançados, os defensivos agrícolas Typhoon e Tempus usam tecnologia de dispersão em óleo para reduzir perdas na aplicação e tornar o controle de insetos nas lavouras mais eficiente
Primeira mulher a comandar a Embrapa Gado de Corte, Mariana de Aragão Pereira defende uma pecuária mais sustentável e baseada em ciência
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