Por dentro do ecossistema de startups de Israel

Projeto O Agro Não Para leva executivos e empreendedores para conhecer o país da AgTech


02.07.19

Israel tem um dos principais ecossistemas agtech e food tech do mundo – um feito ainda mais impressionante quando se leva em conta que o país tem apenas 2 milhões de hectares e 20% de terra arável. Com inovações surgidas a partir da necessidade, as startups e empresas israelenses recebem muitos investimentos de fora. E para estudar esse ecossistema, o engenheiro agrônomo e empreendedor Marco Ripoli está organizando a Missão AgTech Israel. Entre os dias 13 e 20 de setembro ele vai acompanhar executivos, empresários, acadêmicos e empreendedores em um período de imersão em inovação e tecnologia.

O objetivo é entender como o mercado e as agtechs funcionam, como elas conseguem usar os poucos recursos naturais para o maior retorno possível, e quais são os ensinamentos que podem ser aplicados aqui, no Brasil. “É um projeto feito para quem é do setor. Serão dias de aprendizado intenso”, diz Marco Ripoli. A viagem começa com uma imersão educacional na Universidade Hebraica de Jerusalém, e continuará com reuniões com empresários locais, visitas a empresas, sessão de pitches de startups selecionadas pelo consulado israelense e visita a um Kibutz, comunidades agrícolas que ajudaram a formar o moderno Estado judeu.

A Missão AgTech Israel é a primeira etapa do programa “O Agro Não Para”, de Ripoli. “Quero repetir essa experiência no ano, agregando novos destinos e perpetuando essa ideia”, diz ele. Além de Israel, o empreendedor já pensa em outros destinos para as próximas etapas. “O programa vai ter sequência e um propósito”, afirma. De acordo com Ripoli, o tamanho do grupo foi limitado em 20 pessoas para que o aprendizado seja potencializado.

A viagem é feita em parceria com a PLANT, o Consulado de Israel, a produtora Conteúdo Agro, e tem apoio da Família SA e do escritório de advocacia Olivetti & Regina.

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